Nutricionista Tatiane N S Ferraris

NUTRIÇÃO NA CIRURGIA BARIÁTRICA.
Obesidade
A obesidade é uma doença crônica e atinge indivíduos de diversas classes sociais é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal com potencial prejuízo à saúde, decorrente de vários fatores sejam esses genéticos ou ambientais, como padrões dietéticos e de atividade física ou ainda fatores individuais de susceptibilidade biológica, entre muitos outros, que interagem na etiologia da patologia (OMS, 1997). Mais recentemente e adotando uma definição mais curta a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2002) define obesidade como um excesso de gordura corporal acumulada no tecido adiposo, com implicações para a saúde.
O excesso de gordura resulta de sucessivos balanços energéticos positivos, em que a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia gasta. Os fatores que determinam este desequilíbrio são complexos e podem ter origem genética, metabólica, ambiental e comportamental.
Pacientes obesos apresentam risco aumentado para uma série de doenças: diabetes, doenças cardiovasculares, osteoartrite, hipertensão arterial, doenças ostio-articulares.
Acompanhamento Nutricional
Inicia-se no período pré-operatório e deverá ser regular durante todo o período de perda de peso. Nas consultas que antecedem a cirurgia bariátrica é fundamental a avaliação nutricional do paciente, através de uma anamnese completa, incluindo aspectos nutricionais comportamentais, qualitativos e quantitativos. Após a anamnese que apontará possíveis erros alimentares deve ser proposto ao paciente um plano alimentar equilibrado e balanceado de acordo com suas necessidades nutricionais, respeitando suas condições clínicas, psicológicas e metabólicas. Após a cirurgia é feito uma acompanhamento onde o paciente é avaliado novamente é feita evolução da dieta progressivamente tanto em termos de consistência quanto qualitativamente. As mudanças de hábitos alimentares (educação nutricional ao paciente e a família) e estilo de vida, (como por exemplo, a inclusão de atividade física no dia-a-dia), que devem ser trabalhadas e incentivadas durante todas as etapas do acompanhamento, a fim de minimizar prejuízos a massa muscular e riscos de deficiências de micronutrientes. Após a estabilização, o paciente deverá retornar a cada seis meses.
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Nutricionista Silmara Passos Muniz.
NUTRIÇÃO NA CIRURGIA BARIÁTRICA.
A obesidade é um distúrbio complexo e sua causa engloba varias processos patológicos, endócrinos,metabólicos,psicológicos,genéticos, sociais, culturais e ambientais que incluem o sedentarismo, hábitos alimentares inadequados e abandono do tabagismo; ou seja é muito mais do que ‘comer em excesso”
Abordagens terapêuticas utilizadas como tratamento para prevenção e redução de peso engloba medidas dietéticas como exercícios físicos associado a reeducação alimentar, fármacos e cirurgia bariátrica.
O tratamento da obesidade por meio da cirurgia bariátrica é indicado para pessoas obesas com IMC ≥40kg/m2 ou IMC ≥35kg/m2 com alguma doença associada como hipertensão arterial , diabetes dentre outras;,nos quais os tratamentos convencionais não surtiram efeito.
Na intervenção cirúrgica há uma mudança nos hábitos alimentares devido a cirurgia bariátrica proporcionar uma redução do volume do estômago limitando assim a ingesta alimentar. Cabe ao paciente estar ciente das mudanças de comportamento alimentar para evitar complicações no pós cirúrgico como (náuseas, vômitos, dores, fraqueza, desnutrição, Síndrome de Dumping, hipoglicemia, e também o reganho de peso, entre outros ). A nutrição no pós cirúrgico é fundamental para minimizar dificuldades que possam ocorrer no tratamento em si.
Para se ter o sucesso em seu tratamento de cirurgia bariátrica é preciso estar ciente das mudanças de hábitos de vida, a prática de exercício físico e acompanhamento regularmente com a equipe multiprofissional do cirurgião.
Nutricionista Larissa D. Alves dos Santos
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O PAPEL DO NUTRICIONISTA PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA
O acompanhamento nutricional é imprescindível no período pós-operatório da cirurgia bariátrica, pois, o paciente passará por inúmeras modificações nos hábitos alimentares.
O paciente após a alta hospitalar segue um plano alimentar gradual de reintrodução de alimentos e a perda de peso nesta fase é muito aparente, principalmente durante as quatro primeiras semanas após a cirurgia, devido à adaptação a alimentação, pois, o paciente necessita passar por um período de 30 dias com uma dieta baseada em líquidos e caldos (coados).
A razão desta dieta no primeiro momento apresentar essas características, não está relacionada a perda de peso, e sim para auxiliar na cicatrização da cirurgia, o que faz necessário o acompanhamento nutricional para que haja um equilíbrio alimentar, ocasionando a oferta de macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras), micronutrientes (vitaminas e minerais) e ingestão hídrica adequados, além de verificar se há ou não a necessidade de uma suplementação nutricional.
No fim desta fase da dieta o paciente pode passar a ingerir alimentos sólidos (mastigando-os bem), porém em volumes reduzidos. A sensação de pouca fome e saciedade precoce é perceptível logo nos primeiros meses, auxiliando no processo de emagrecimento.
Larissa Alves - Nutricionista



